'Entre Nós' recebe o ex-jogador Edmílson

Eduardo Moreira conversa com o jogador que integrou a seleção pentacampeã mundial, em 2002

O Estado de S.Paulo

22 Fevereiro 2017 | 15h51

O colunista Eduardo Moreira conversa com o ex-jogador Edmílson, que integrou a seleção pentacampeã mundial, em 2002. Ele fala sobre o trabalho na Fundação Edmílson, desenvolvido na cidade de Taquaritinga, interior de São Paulo, e os planos profissionais para o futuro.

Foi durante a carreira que surgiu a ideia de criar uma fundação. "Começou em 2002, quando eu fui campeão mundial e retornei para a cidade. A ideia era fazer um projeto social", conta Edmílson. Hoje, o projeto atende mais de 3 mil crianças de 6 a 14 anos de idade, trabalhando com as questões educacionais, cultural, e também disponibilizando atividades de informática e esportes para os jovens. "Nos últimos dez anos, atendemos cerca de 5% da população de Taquaritinga", conta o ex-jogador.

Confira a entrevista completa:

O PROGRAMA

Empresário de finanças e autor do best seller Encantadores de Vidas, o colunista Eduardo Moreira teve a ideia de fazer o 'Entre Nós' em conversas informais com amigos do mesmo setor. O gestor afirma que seu principal desafio é fazer entrevistas com um viés diferente do jornalismo convencional. "Conseguir fazer com que o entrevistado possa seguir uma linha fluida e dar coisas interessantes para quem está assistindo a entrevista é o grande desafio. A coisa que eu mais tenho aprendido, e quem me falou foi a Leda Nagle (jornalista da TV Brasil), é que o segredo de toda entrevista é ouvir o entrevistado, porque quando você faz isso, uma resposta te puxa para outra pergunta."

Curto e interativo, a ideia do 'Entre Nós' é fazer com que todas as pessoas se identifiquem e busquem resultados melhores para as suas vidas. "Uma das principais motivações que eu tive é mostrar para as pessoas que por trás dos nomes mais ricos do País, existe uma pessoa como a gente, que tem seus medos, anseios, sonhos, já teve seus fracassos, suas frustrações, e também teve vários sucessos. Quando você humaniza essas pessoas, faz com que as outras  achem que também podem chegar lá", disse Moreira

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