Equador quer repetir história contra o Brasil, diz capitão

'A ideia é ganhar do Brasil para nos aproximarmos da África do Sul', diz Iván Hurtado, sobre jogo de domingo

REUTERS

27 de março de 2009 | 15h22

Guillermo Granja/Reuters

O grupo de jogadores da seleção equatoriana posa para foto antes das partidas pelas Eliminatórias

QUITO - A seleção equatoriana de futebol tentará repetir triunfos passados quando receber o Brasil, no domingo, pelas eliminatórias da Copa do Mundo 2010, disse o capitão Iván Hurtado, em uma partida chave para as aspirações da seleção andina.

Veja também:

especialVisite o canal especial das Eliminatórias da Copa

tabela Eliminatórias da Copa - Classificação

lista Eliminatórias da Copa - Calendário / Resultados

especial Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão

O Equador, sexto colocado com 12 pontos, receberá o Brasil no estádio Olímpico Atahualpa e três dias depois jogará contra o Paraguai, que lidera a eliminatória com 23 pontos.

O time local precisa somar seis pontos para manter as esperanças de disputar seu terceiro mundial seguido.

Hurtado e seus companheiros confiam que repetirão o feito de eliminatórias anteriores, nas quais o Equador passou de "raspão" e chegou aos mundiais da Coreia do Sul e Japão em 2002 e da Alemanha em 2006.

Mas o capitão reconhece que não se pode confiar em fatos do passado contra os pentacampeões do mundo.

"No domingo teremos que voltar a fazer outra história. A ideia é ganhar do Brasil para nos aproximarmos da África do Sul, temos que superar um rival difícil como o Brasil", disse Hurtado a jornalistas.

A estratégia do Equador será desgastar o Brasil em Quito, cidade com altitude de 2.800 metros, ter maior posse de bola e fazer com que os brasileiros corram.

"Acrescentamos algo nesta tática: a agressividade para manejar a bola, não deixar que o Brasil domine a posse de bola, e estar sempre a frente", disse o técnico Sixto Vizuete, que insistiu que a equipe equatoriana "coletivamente é melhor que o Brasil".

"Depois de ter analisado o Brasil, agora estamos mais preocupados conosco para que equipe esteja concentrada", acrescentou.

(Reportagem de Alexandra Valencia)

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.