Equipes paulistas se dão bem no STJD

Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Ponte Preta tiveram um dia de vitórias, nesta segunda-feira, na 1ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Tudo porque o zagueiro tricolor Fabão, o meia corintiano Fabrício, além do lateral Rissut, da equipe campineira, foram condenados a uma partida de suspensão e, com isso, por já terem cumprido a automática, estão liberados para atuar. Fabão e Rissut foram expulsos durante a vitória do São Paulo, por 3 a 2, no dia 11 de outubro. O zagueiro do time da Capital paulista foi denunciado por praticar ato desleal e terminou punido com a pena mínima. O lateral da Ponte Preta poderia ter sido condenado a até seis partidas, por causa da acusação de prática de jogada violenta. Mas, os auditores entenderam que a denúncia foi equivocada e terminaram por julgá-lo no mesmo artigo do atleta do São Paulo, aplicando-lhe pena idêntica. O lance do pênalti cometido por Fabrício no clássico contra o Palmeiras dividiu os auditores. Enquanto o relator do processo, Luiz Roberto Niccolini lhe aplicou duas partidas de suspensão, por jogada violenta, o segundo auditor, Aloysio Costa, absolveu o jogador. Mas, o presidente da 1ª Comissão, Wanderley Rebello, apenou o atleta com uma partida e desclassificou a denúncia para prática de ato desleal. Consultado o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), prevaleceu o voto do presidente. Já os dois clubes rivais terminaram a sessão absolvidos da acusação de terem entrado atrasados para o clássico do dia 16, pelo Campeonato Brasileiro. Com a absolvição, escaparam de pagar uma multa entre R$ 5 mil e R$ 50 mil. Racismo ? O processo de acusação de racismo contra o Juventude será julgado na sexta-feira, pela 4ª Comissão Disciplinar do STJD. O clube gaúcho está sendo processado porque seus torcedores imitaram um ?macaco? toda vez que o meia Tinga, do Internacional, tocou na bola, no confronto realizado no dia 22 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro. Se for considerado culpada, a agremiação pode perder até três mandos de campo, além de ser obrigada a pagar uma multa entre R$ 50 mil e R$ 500 mil.

Agencia Estado,

31 de outubro de 2005 | 21h39

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