Kimimasa Mayama / Reuters
Kimimasa Mayama / Reuters

Eriksson diz que é mais fácil para a Inglaterra vencer o Brasil do que a Suécia

Comandante da seleção inglesa nas Copas de 2002 e 2006, treinador relembra eliminação para a Islândia na Eurocopa 2016

Estadão Conteúdo

05 Julho 2018 | 10h42

Técnico da Inglaterra nas Copas do Mundo de 2002 e 2006, o sueco Sven-Göran Eriksson acredita que a seleção inglesa vai sofrer na partida contra a Suécia. Pelas quartas de final do Mundial na Rússia, as duas equipes vão se enfrentar a partir das 11 horas (de Brasília) deste sábado, em Samara.

+ Volante sueco fica fora de treino e preocupa para jogo contra Inglaterra

+ Ibrahimovic elogia Suécia e diz que país tem condições de passar pela Inglaterra

+ Larsson celebra volta à Suécia após suspensão: 'Assistir ao jogo é mais difícil'

"Seria mais fácil para a Inglaterra derrotar o Brasil do que eliminar a Suécia, acredito eu", afirmou o treinador do Shenzhen FC, da China, em entrevista ao jornal inglês Mirror, publicada nesta quinta-feira. Eriksson lembrou de um revés recente da seleção inglesa, nas oitavas de final da Eurocopa de 2016, para justificar seu ponto de vista.

"A Suécia vai ser mais ou menos como a Islândia, porque não temos os melhores jogadores de futebol do mundo e nenhum deles seria titular em um time de grande porte da Europa, já que (Zlatan) Ibrahimovic deixou a seleção. Mas, para atuar como equipe, eles são os melhores. A seleção sueca é campeã do mundo em espírito", explicou o treinador.

Eriksson conduziu a Inglaterra às quartas de final da Eurocopa de 2004 e dos Mundiais de 2002 e 2006. "Ronaldinho disse que fez aquele gol de falta de propósito, mas eu não acredito", disse o sueco à Fifa TV enquanto sorria, sobre o lance que definiu a vitória brasileira por 2 a 1, no duelo que eliminou a seleção inglesa da Copa disputada no Japão e na Coreia do Sul.

 

"Em 2006, ninguém era melhor que a gente. Poderíamos ter alcançado a final. Perdemos nos pênaltis de novo para Portugal. Deveríamos ter conseguido mais. Poderíamos até ter sido campeões", lamentou o técnico, eliminado com a seleção inglesa em disputa de penalidades, também contra seleção portuguesa, na Eurocopa de 2004.

Treinador da Roma entre 1984 e 1987, o sueco afirmou que Paulo Roberto Falcão foi o melhor meio-campista que ele dirigiu: "Era um técnico em campo". Para Eriksson, Joe Hart foi o melhor goleiro com quem trabalhou, Rio Ferdinand o melhor zagueiro e o prêmio de melhor atacante ele dividiria entre Wayne Rooney, Marcelo Salas e Ruud Gullit.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.