'Estádio do Palmeiras vai virar lugar para entretenimento', diz diretor da AEG

Ideia é fazer o torcedor entender que é possível fazer mais do que assistir um jogo na arena

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

13 de março de 2014 | 21h59

SÃO PAULO - Um dos desafios após a inauguração da Allianz Parque, será convencer o torcedor do Palmeiras de que é possível ir a um estádio de futebol sem que seja para assistir a uma partida de futebol. A AEG, empresa responsável pelo gerenciamento de eventos da arena, aposta que o torcedor rapidamente vai entender o novo conceito de arena no Brasil.

"Acreditamos no modelo de fazer entretenimento, viver uma experiência. A ideia é trazer o torcedor para o estádio bem antes do jogo começar, porque ele sabe que se vier, terá um restaurante de qualidade e mais uma série de serviços para usufruir do espaço", disse Marcelo Soares, diretor de parcerias globais da AEG.

Um ponto comemorado pela empresa é que a briga entre Palmeiras e WTorre, pelo menos por enquanto, não atrapalhou os planos da AEG para ir atrás de grandes eventos que acontecerão na arena. "Os nosso parceiros estão entendendo que por ser uma obra grandiosa e nova no Brasil, é natural que aconteçam algumas divergências", explicou Soares.

A previsão, segundo a WTorre, construtora responsável pela obra, é que a Allianz Parque, fique pronta até o fim de junho. A dúvida é em relação a qual evento marcará a inauguração da arena. Pode ser com um jogo do Palmeiras contra algum grande clube internacional ou um show com estrelas da música.

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