Estádio Mané Garrincha recebe simulação de ações terroristas

Atividade contou com a participação do Bope da Polícia Militar e da Divisão de Operações Especiais

O Estado de S. Paulo

19 de março de 2014 | 18h48

SÃO PAULO - O estádio Mané Garrincha, futuro palco de sete partidas na Copa do Mundo, recebeu nesta quarta-feira um treinamento antiterrorismo. A atividade, que contou com a participação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar e da Divisão de Operações Especiais (DOE) da Polícia Civil do Distrito Federal, simulou situações de terrorismo no local.

No total, o exercício no estádio reuniu 60 policiais. Na primeira simulação, um cinegrafista foi atacado. Integrantes do Bope fizeram, então, um trabalho de imobilização do suposto agressor. Além disso, policiais treinaram a entrada ao gramado via rapel, de um helicóptero.

Outra situação ocorreu no treinamento: o resgate de uma autoridade ameaçada no começo de um jogo. Neste momento, atiradores de elite entraram em ação. Uma escolta também foi realizada. O exercício ocorreu sob supervisão de agentes da polícia da Alemanha, país-sede da Copa 2006.

Além de três confrontos das finais da Copa (oitavas, quartas e decisão do terceiro lugar), o Mané Garrincha receberá quatro partidas da primeira fase. No dia 15 de junho, Suíça e Equador se enfrentam no local. Quatro dias depois, será a vez de Colômbia e Costa do Marfim medirem forças. Depois, no dia 23, será a vez do Brasil jogar contra Camarões. Por fim, Portugal e Gana entrarão em campo no dia 26 de junho.

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