Estádio troca grama e treino aberto do Brasil pode mudar

O treino da seleção brasileira aberto ao público, marcado para quinta-feira na cidade de Offenbach, corre o risco de sofrer mudanças. É que o campo do Kickers Offenbach Stadium tinha problemas no gramado, que foi trocado nesta terça. De qualquer maneira, os ingressos para os torcedores já começaram a ser distribuídos.O treino aberto ao público é uma exigência da Fifa e deve acontecer ao menos uma vez antes da estréia na Copa, dia 13 de junho, contra a Croácia, em Berlim. Assim, a escolha foi por Offenbach, que fica a cerca de 20 quilômetros de Königstein, onde a seleção brasileira está concentrada e treina regularmente.Mas alguns membros da comissão técnica visitaram o campo de Offenbach na segunda-feira e não aprovaram as condições do local. Assim, a administração do estádio tratou de trocar parte do gramado e melhorar as instalações. Resta saber se vai dar tempo de receber o Brasil na quinta.A comissão técnica e a CBF ainda estudam a situação. É provável que aconteça nova inspeção em Offenbach nesta quarta-feira, quando deve ser anunciada uma decisão sobre o problema. Caso não haja condições de treinar lá na quinta-feira, a CBF trabalha com duas possibilidades: mudar a data ou transferir para Königstein. O problema é que o campo que a seleção está utilizando normalmente não teria condições de receber muitos torcedores - são esperadas 25 mil pessoas nesse treinamento aberto ao público.Tem que marcar tambémNo treino da tarde desta terça-feira, o técnico Carlos Alberto Parreira enfatizoua marcação por pressão na saída de bola do adversário. Ele dividiu todos em três times de sete jogadores cada - com o goleiro Júlio César quebrando o galho na linha - e fez confrontos entre dois deles, sempre revezando as equipes e utilizando apenas metade do campo.Parreira foi exigente e cobrou marcação até mesmo dos atacantes. "Vamos marcar! Se não for para correr, é melhor parar o exercício", chegou a dizer aos jogadores durante o treino.No começo do treino, chegou a chover em Königstein. Mas durou pouco e não atrapalhou o trabalho da seleção. No final, assim como aconteceu de manhã, os goleiros Dida e Rogério Ceni foram os últimos a deixar o campo - ficaram correndo, enquanto o resto do grupo já tinha seguido para o vestiário.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.