Estádios brasileiros terão novos 'tapetes' no padrão Fifa para a Copa do Mundo

Gramados das arenas não usadas na Copa das Confederações têm tratamento especial

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

29 de setembro de 2013 | 06h28

SÃO PAULO - Alguns estádios que receberam a Copa das Confederações foram criticados por causa do estado ruim do gramado no torneio. Para não passar por isso, os estádios que não receberam os jogos – Arena Amazônia,

INVESTIMENTO

A questão do gramado virou um assunto importante dentro da Fifa. Tanto que existe a expectativa de que um evento será realizado em 31 de outubro sobre o tema, no Pacaembu, para tratar dessa questão e evitar que existam problemas na Copa. Roberto Gomide, presidente da World Sports, empresa especializada em gramados, explica que o custo de implantação é baixo em relação à sua importância. “É menos de 1% do valor da obra, mas 90% de repercussão”, comenta. Estima-se que um gramado de ponta custe por volta de R$ 6,5 milhões.

Na Arena Corinthians, a opção foi por fazer o melhor campo do mundo. “Ele tem tudo e mais um pouco dos melhores estádios. Toda a tecnologia existente vai estar disponível, para manter no melhor estado possível. Terá refrigeração nas raízes, sensores para grama, solo e de luminosidade, sistema que oxigena o gramado e drenagem a vácuo”, lembra Gomide. O Corinthians preferiu usar grama de inverno, que suporta bem o frio paulistano, mas precisa de refrigeração nos períodos de calor. Como características principais, ela tem um crescimento mais vertical e fica visualmente mais bonita, por causa da cor.

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