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Estados do Golfo defendem Copa do Mundo de 2022 no Catar

EUA estão investigando as campanhas dos próximos Mundiais

Noah Browning, REUTERS

11 de junho de 2015 | 10h10

Os países do Golfo Pérsico ofereceram apoio ao Catar como sede da Copa do Mundo de 2022, à medida que as críticas aumentam sobre a escolha da nação como lar para o evento máximo do futebol mundial. Autoridades suíças e norte-americanas estão investigando as campanhas de Rússia e Catar para sediar os torneios de 2018 e 2022.

A Fifa informou que os países podem ser retirados das Copas caso evidências de suborno nas candidaturas surjam. O Catar nega que tenha havido qualquer tipo de corrupção. A decisão de sediar o torneio no Catar já era controversa por conta do extremo calor do verão, que fez com que a Fifa mudasse o torneio para o inverno, forçando as ligas nacionais a mudarem suas agendas. As mortes de trabalhadores imigrantes durante a construção de novos estádios também têm gerado críticas de organizações internacionais de direitos humanos e do trabalho.

A agência de notícias WAM, dos Emirados Árabes Unidos, e a agência estatal do Catar QNA informaram que os ministros da Informação do Golfo chamaram a vitória do Catar para o direito de sediar o torneio como "um sucesso para todos os Estados do Conselho de Cooperação do Golfo". O ministro do Exterior do Catar, Khaled al-Attiyah, disse à Reuters na semana passada que as críticas ao seu país são por conta de preconceito e racismo.

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