Estudiantes e Nacional iniciam duelo semi da Libertadores

Argentinos recebem os uruguaios em La Plata no confronto de ida a partir das 19h30 desta quinta-feira

Agência Estado,

24 de junho de 2009 | 23h01

Começa nesta quinta-feira o duelo entre argentinos e uruguaios para definir quem enfrentará Grêmio ou Cruzeiro nas finais da Copa Libertadores. Em La Plata, o Estudiantes recebe o Nacional pela primeira partida das semifinais. As duas equipes são tricampeãs do torneio, mas não chegavam à semifinal há décadas. O Nacional chegou a esta fase pela última vez em 1988 e o Estudiantes, em 1971. A partida começa às 19h30.

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O clube argentino tenta manter a boa campanha em seus domínios para sair com vantagem no confronto. Jogando em seu estádio, a equipe ainda não perdeu no torneio. A novidade no time é a presença do veterano zagueiro Rolando Schiavi, de 36 anos, ex-Boca Juniors e Grêmio. O jogador chegou do Newell’s Old Boys só para a disputa da fase final da competição. Schiavi foi campeão da Libertadores de 2003 com o Boca.

Outra cara conhecida do Estudiantes é o meia e capitão Juan Sebastián Verón. O jogador pediu respeito ao Nacional e aposta no espírito de grupo de sua equipe para largar na frente da disputa. "O Estudiantes se caracteriza por ser uma equipe solidária. Chegamos assim à semifinal após quase quatro décadas e temos de continuar com o mesmo espírito".

O técnico do Nacional, Gerardo Pelusso, qualificou o Estudiantes como "uma equipe perigosa", que precisará atacar para não ter de se abrir muito no jogo de volta. Foi assim que a equipe chegou às semifinais. Conseguiu um empate por 1 a 1 com o Palmeiras em São Paulo e segurou o empate sem gols na partida de volta, em Montevidéu.

Os dois jogos entre as duas equipes serão disputados sem torcida visitante porque as diretorias não chegaram a um acordo quanto à distribuição de ingressos. Os argentinos afirmam que o Nacional ofereceu inicialmente 8 mil bilhetes para o jogo de volta, no próximo dia 1.º, no estádio Centenário, mas que nesta quarta este número caiu para 3 mil. O Estudiantes não aceitou e, como represália, decidiu que não haveria torcida uruguaia no confronto de ida.

Estudiantes e Nacional fizeram entre si duas finais da Libertadores. Em 1969, o time argentino venceu e dois anos depois os uruguaios deram o troco.

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