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Etiópia quer sediar Copa Africana de Nações de 2017

Líbia desistiu de receber o torneio em razão de problemas de segurança; tentativa etíope ainda não recebeu apoio governamental

Estadão Conteúdo

28 de agosto de 2014 | 12h33

O presidente da Federação Etíope de Futebol disse nesta quinta-feira que o país vai se candidatar para sediar a Copa Africana de Nações de 2017, após a Líbia desistir de receber o torneio em razão de problemas de segurança, mesmo que a Etiópia não possua uma grande infraestrutura esportiva.

O presidente da entidade, Junedin Basha, destacou, porém, que a tentativa ainda não recebeu apoio governamental. "Estamos dispostos e aptos para sediar os jogos", disse Junedin, acrescentando que novas instalações estão sendo planejadas e construídas em todo o país. "Não vemos problema em sediar".

A Etiópia vai apresentar a sua candidatura para a Confederação Africana de Futebol (CAF) no fim de semana, disse Junedin. A CAF corre para encontrar uma nova sede após a desistência da Líbia e deu um prazo até o fim de setembro para registro de candidaturas.

Os países têm normalmente quatro anos para se preparar para a Copa Africana, mas o escolhido terá bem menos tempo dessa vez. Gana e Quênia também demonstraram interesse em receber o torneio.

Um país precisa de pelo menos quatro estádios para sediar o torneio de 16 seleções. A CAF anunciará a sede da competição no próximo ano, enquanto os países que organizarão a Copa Africana em 2019 e 2021 vão ser definidos no próximo mês.

Argélia, Camarões, Guiné, Costa do Marfim e Zâmbia concorrem aos torneios de 2019 e 2021. A próxima edição da Copa Africana, que é realizada a cada dois anos, será no Marrocos em janeiro e fevereiro de 2015.

A Etiópia é um dos membros fundadores da CAF e sediou o torneio em 1968, 1972 e 1976. A sua seleção ficou mais de 30 anos sem se classificar para a Copa Africana até voltar a disputá-la em 2013, na África do Sul.

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