Eto'o diz em entrevista que está sendo ameaçado de morte

Atacante diz que ameaças partem dos dirigentes da Federação de Futebol de seu país

O Estado de S. Paulo

10 de fevereiro de 2013 | 15h27

SÃO PAULO - O atacante camaronês Samuel Eto'o anda assustado e com medo de morrer. Ou ser assassinado. Ele afirma que depois de ter acusado a Federação Camaronesa de Futebol de má administração, anda recebendo ameaças de morte. Isso o fez contratar seguranças, que não o deixam sozinhos um só instante. "Os dirigentes da Federação Camaronesa de Futebol querem me matar. Vivo agora sob escolta de um grupo de seguranças e um deles dorme diante da minha porta. Não faço isso por esnobismo, mas por segurança", disse à revista Je Wande, de seu país.

Eto'o jogou em times grandes da Europa, como Inter de Milão e Barcelona. Atualmente, o atacante defende as cores do russo Anzhi, o mesmo que levou o lateral Roberto Carlos para aquele país. "Não uso camisas enviadas pela federação. Peço a minha cota diretamente da Puma, a fornecedora de material esportivo do time nacional. Assim como não faço minhas refeições junto com os meus companheiros de seleção para evitar que ponham veneno na comida", revelou, mostrando o tamanho de sua paranóia.

Eto'o chamou os dirigentes de futebol de Camarões de "incompetentes e corruptos".

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