Eurico vai recorrer para não ir parar em manicômio

Punido por impedir o trabalho da Polícia Federal, presidente do Vasco diz que não se arrepende de seu ato

Agência Estado,

18 de abril de 2008 | 20h24

O presidente do Vasco, Eurico Miranda, disse nesta sexta-feira que vai recorrer da execução provisória da Justiça Federal, que pode mandá-lo para o manicômio, a fim de que preste serviços comunitários por um ano e seis meses como pena para sua condenação por delito de resistência. Em 2001, o dirigente ameaçou um oficial de Justiça e ordenou que as luzes de São Januário fossem apagadas, com o intuito de impedir a busca e apreensão de documentos durante a CPI do Futebol, realizada pelo Congresso Nacional. "Houve resistência, pois meu clube foi invadido por mais de 30 agentes da Polícia Federal. Eu faria, e faria de novo. Resisti a uma violação ao meu clube", declarou o dirigente, irritado. NEGOCIAÇÃOO volante Amaral está próximo de deixar o Vasco. A diretoria do clube carioca já aceitou liberá-lo para o Grêmio, a pedido do técnico da equipe gaúcha, Celso Roth - que trabalhou em São Januário durante boa parte do Brasileiro do ano passado.

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