Matt Dunham/AP
Matt Dunham/AP

Ex-candidato, Figo reforça críticas à Fifa e chama eleição de erro

Português diz que esta quarta é a pior da história do futebol

Estadão Conteúdo

27 de maio de 2015 | 17h33

Uma semana depois de desistir da candidatura à presidência da Fifa, o português Luis Figo voltou a criticar a entidade máxima do futebol. Horas após a prisão de sete dirigentes esportivos em Zurique (Suíça), onde estavam para a abertura do congresso da Fifa, o ex-jogador reforçou sua posição contra a eleição da próxima sexta-feira.

"Quem gostar de futebol, quem o sentir como eu sinto, tem que marcar o dia 26 de maio de 2015 como um dos piores dias da história da Fifa. Volto a afirmar o que disse na semana passada: o que está agendado para sexta-feira em Zurique não é uma eleição. Há agora muito mais gente que concorda comigo. Caucionar (amparar) este plebiscito é um erro", escreveu Figo, em sua conta oficial no Facebook.

Agora único adversário do atual presidente Joseph Blatter na eleição da Fifa, o príncipe jordaniano Ali bin al-Hussein disse mais cedo que as prisões demonstram que o futebol mundial precisa de uma nova liderança.

Já a Uefa pediu que a votação não ocorra diante das prisões e do escândalo de corrupção desta quarta-feira. A Fifa insiste que não vê motivos para adiar o processo e a CBF também defende que a votação ocorra.

Blatter é franco favorito para conquistar um quinto mandato presidencial na eleição da Fifa, nesta sexta. Na semana passada, Figo e o presidente da Federação Holandesa de Futebol, Michael van Praag, desistiram de suas candidaturas.

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