Tasso Marcelo/Estadão
Tasso Marcelo/Estadão

Ex-goleiro Max, do Botafogo, tem morte cerebral confirmada

Jogador, que atuou no time carioca entre 2003 e 2007, estava internado no Hospital da Lagoa, no Rio

Estadão Conteúdo

26 de julho de 2017 | 15h39

O Botafogo confirmou nesta quarta-feira, através de um comunicado oficial, a morte cerebral do ex-goleiro Max, de 42 anos, que teve passagem pelo clube durante sua carreira profissional. O ex-jogador estava internado no Hospital da Lagoa, na Zona Sul do Rio de Janeiro.   

Max foi hospitalizado nos primeiros dias de julho por causa de um edema cerebral e acabou não resistindo aos efeitos de uma doença autoimune, com os últimos exames neurológicos apontando a perda total e irreversível de qualquer atividade neurológica do cérebro e do tronco cerebral.

Com passagem pelo Botafogo entre 2003 e 2007, Max fez parte do grupo que conquistou os títulos do Campeonato Carioca de 2006, da Taça Guanabara de 2006 e da Taça Rio de 2007. Revelado pela Portuguesa carioca, o goleiro também passou por América do Rio, Friburguense, Bangu, Barra da Tijuca, Vila Nova, Itumbiara, Boa, Gama e Joinville, time em que foi campeão da Série C do Campeonato Brasileiro de 2011. 

"Querido por todos, sempre foi um ótimo profissional e um exemplo como homem. O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos", escreveu o clube de General Severiano em comunicado oficial, lamentando a morte do ex-goleiro.

Nesta quarta-feira, no Engenhão, haverá um minuto de silêncio em homenagem a Max antes da partida entre Botafogo e Atlético-MG pela Copa do Brasil. "O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos. Haverá um minuto de silêncio antes da partida contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira", acrescentou.

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