Divulgação/Vila Nova FC
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Ex-jogador Roni é preso no Mané Garrincha em operação da Polícia Civil do DF

Ex-atacante com passagens por Santos e Fluminense é acusado de fraudar boletins financeiros de partidas de futebol

Redação, Estadão Conteúdo

25 de maio de 2019 | 19h58

O ex-jogador Roni foi preso neste sábado no estádio Mané Garrincha, em Brasília, durante o jogo entre Botafogo e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro. O ex-atacante é acusado de fraudar boletins financeiros de partidas de futebol. Além do ex-jogador do Fluminense e da seleção brasileira, foi detido o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos.

De acordo com a Divisão de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária da Polícia Civil do Distrito Federal, o grupo informava um número menor de torcedores que compraram ingresso com o objetivo de pagar um aluguel menor e também ter descontado menos impostos locais e federais. Neste sábado, o público pagante divulgado foi de 33.143 pessoas, para uma renda de R$ 2.320.830,00.

Os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão foram autorizados pela 15.ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal. As buscas ocorrem em Brasília, Luziânia e Goiânia, na casa dos investigados e em empresas.

Estão sendo investigados os crimes de estelionato majorado, associação criminosa, falsidade ideológica e sonegação fiscal. A Polícia Civil nomeou a operação de Episkiros, em referência à origem do futebol na Grécia Antiga. Episkiros também significa jogo enganoso.

Roni é dono de uma empresa que negocia mando de jogos pelo País e é também o responsável pela venda de ingressos. O ex-jogador, inclusive, estava à frente da organização de um torneio amistoso durante a Copa América que reuniria Ceará, Fortaleza, Palmeiras e Vasco em um quadrangular na capital cearense.

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