Ex-presidente do Grêmio é condenado a prisão por estelionato

José Guerreiro já teve a pena pelo envolvimento no caso com a ISL convertida em prestação de serviços

Carlos Alberto Fruet, Especial para o Estadão

04 Outubro 2007 | 19h13

O ex-presidente do Grêmio José Alberto Guerreiro foi condenado a dois anos e dois meses de prisão, pena convertida em prestação de serviços à comunidade por seu envolvimento no caso Grêmio/ISL, empresa suíça parceira do Grêmio. Guerreiro, assim como Wesley Cardia, ex-presidente da ISL no Brasil, foram incursos no artigo 171 do Código Penal (estelionato) pela juíza Kátia Elenise Oliveira da Silva, da 1ª Vara Criminal de Porto Alegre. Guerreiro e Cardia também devem pagar ao Grêmio, cada um, 360 salários mínimos (R$ 136,8 mil) e mais 150 salários mínimos da época dos fatos que constam no processo. Os advogados de Guerreiro (Paulo Olímpio Souza) e Cardia (Ney Fayet Júnior) informaram que vão recorrer da sentença. Em agosto de 2000 a ISL emitiu, em nome do Grêmio, três cheques no valor total de R$ 555.799,00 para pagamento de multas relativas às contratações de Amato, Astrada e Paulo Nunes, respectivamente ao Rangers (Escócia), River Plate e Palmeiras. Após a falência da ISL ficou comprovado que os três clubes não haviam cobrado multa ou recebido dinheiro. Nominais ao Grêmio, os cheques foram endossados em nomes de terceiros.

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