Nilton Fukuda/Estadão
Nilton Fukuda/Estadão

Ex-presidente do Palmeiras brinca com acidente em rali: 'Não será o último'

Paulo Nobre diz que repercussão foi exagerada e garante já ter passado por batidas piores

O Estado de S. Paulo

24 de abril de 2017 | 16h37

O ex-presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, brincou nesta segunda-feira sobre a repercussão do acidente que teve neste domingo, durante prova de rali no interior do Rio Grande do Sul. Em entrevista à TV Gazeta, o antigo mandatário alviverde contou que já passou por problemas parecidos antes, porém como ainda não havia sido dirigente do clube, houve pouca repercussão.

Na etapa de Estação-RS do Campeonato Brasileiro de Rali de velocidade, Nobre e o navegador, Gabriel Morales, capotaram a mais de 200 km/h. "Eu já sofri mais de dez ou 12 acidentes assim mais feios. Eu diria que cinco, pelo menos, foram iguais ao de hoje (domingo). Só que antes eu não era conhecido, eu era só o Paulo Nobre", disse o dirigente, que não se feriu no acidente.

Nobre presidiu o Palmeiras durante quatro anos e deixou o cargo em dezembro para Maurício Galiotte. Desde então, o ex-dirigente se afastou do clube e tem voltado a se dedicar ao antigo hobby de correr de rali. "Hoje sou ex-presidente do Palmeiras, por isso está dando toda essa repercussão. Engraçado é que talvez por causa disso o rali passe a ser conhecido no Brasil. Está tudo super tranquilo, não foi o primeiro e infelizmente não vai ser o último acidente", afirmou.

Mesmo após o susto, Nobre garantiu que não vai parar de pilotar. "Quando se anda a mais de 200 km/h na terra, qualquer erro neste tipo de carro que a gente anda é inevitável. A gente passou praticamente 170 metros capotando. Acabou, batemos a mão no cinto, tiramos o cinto e saímos do carro. Simples assim. Obrigado pela preocupação e bola para a frente. Estou de volta ao rali e com o Palmeiras sempre no coração", comentou.

Tudo o que sabemos sobre:
PalmeirasPaulo NobreRali

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.