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Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC
Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC

'Exausto de fazer nada', Jesualdo vê jogos do Brasil nas Copas na quarentena

Técnico do Santos elogia postura tática de Pelé, analisa seleção de 82 e se surpreende com final do Paulista de 2009

Redação, Estadão Conteúdo

19 de abril de 2020 | 19h02

Em isolamento social por causa da pandemia do coronavírus, o técnico Jesualdo Ferreira contou um pouco de como vem sendo a sua rotina nesse período de paralisação das atividades. O treinador do Santos explicou que tem se mantido confinado e aproveitado o tempo para assistir jogos da seleção brasileira, especialmente os da conquista dos cinco títulos da Copa do Mundo.

"Mais uma semana passou e foi mais uma semana de confinamento, em casa o máximo possível, evitando contatos, como mandam as regras, para ver se nos livramos desta terrível e inesperada pandemia que mudou a cara do mundo, daquele mundo que nós conhecíamos e do qual já morremos de saudade", escreveu Jesualdo em sua coluna no diário esportivo português O Jogo.

O treinador do Santos optou por permanecer no Brasil durante o período de quarentena, ao contrário de outros membros portugueses da sua comissão técnica. Ele também comentou sobre a possibilidade de as atividades serem retomadas em maio - os clubes das duas primeiras divisões prorrogaram o período de férias até o fim de abril.

"No Brasil há a expectativa do regresso dos clubes ao trabalho a partir de 4 de maio, mas ninguém consegue dar certezas sobre isso. A expectativa é enorme, até porque estamos exaustos de fazer nada", disse.

Ao comentar sobre os jogos que está assistindo pela tevê, ressaltou as vitoriosas campanhas da seleção brasileira nas Copas do Mundo e elogiou a postura tática de Pelé. "Tive a oportunidade de perceber, por exemplo, que para além de ser jogador extraordinário que fazia coisas fabulosas, era um ótimo jogador de equipe", escreveu Jesualdo.

Ele avaliou ter faltado organização para o Brasil vencer a Copa do Mundo de 1982. "Não ganhou porque não funcionava tão bem como equipe", cravou o treinador português, que disse ter se surpreendido ao assistir o duelo entre Neymar, então no Santos, e Ronaldo, então no Corinthians, na decisão do Campeonato Paulista de 2009.

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