Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Fã de técnicos brasileiros, Ricardo Gareca valoriza trabalho tático

Argentino cita referências e diz que precisa aprender com os treinadores do Brasil

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

23 de maio de 2014 | 16h54

SÃO PAULO - O técnico Ricardo Gareca chegou ao Palmeiras cercado de muita expectativa pela possibilidade de trazer algo novo para o futebol brasileiro, mas o treinador adotou um discurso bem humilde. Para o novo comandante alviverde, ele é quem tem que aprender com os treinadores do Brasil e cita alguns que ele considera com referência.

"Eu admiro o Felipão, (Vanderlei) Luxemburgo, (Muricy) Ramalho, Cuca, Tite... E espero triunfar em um futebol importante e em uma equipe que é maior vencedora do Brasil", disse o treinador, que assinou contrato válido por um ano.

O motivo de tanta expectativa em cima de seu trabalho? Gareca não sabe explicar o motivo. "Nós, treinadores argentinos, não temos nenhum segredo. Gostamos do futebol brasileiro e vocês gostam dos técnicos argentinos", explicou.

Em relação ao esquema tático preferido, tudo vai depender de como ele avalia o elenco. Como ainda não conhece muito os jogadores, ainda não dá para prever qual a formação, mas ele já tem uma preferência. "A tática é importante, muito importante para mim. Terei que observar, mas em geral, eu gosto da linha de quatro defensores. Para mim, é fundamental uma equipe organizada em campo. Sem isso, fica difícil jogar", afirmou.

Gareca estreia no comando do Palmeiras só dia 16 de julho, na partida contra o Santos, a primeira após a Copa do Mundo. Até lá, Alberto Valentim continuará à frente da equipe. Com ele, o time acumula quatro vitórias consecutivas, três no Campeonato Brasileiro.

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