Fabinho diz que Fluminense não pode se lamentar

Com a cabeça erguida. Desta forma o volante Fabinho acredita que os jogadores do Fluminense devem encarar a dura luta para deixar a lanterna do Campeonato Brasileiro a partir de agora no segundo turno da competição.

AE, Agencia Estado

31 de agosto de 2009 | 09h55

Com a derrota de 2 a 0 para o Santos, no último domingo, na Vila Belmiro, o time carioca viu a ameaça do rebaixamento aumentar. Porém, Fabinho fez questão de ressaltar que os jogadores do Fluminense precisam se manter esperançosos na reação da equipe.

"Enquanto matematicamente tivermos condições, vamos lutar. A realidade é difícil, mas ninguém vai abandonar. Numa falta boba sofremos um gol, mas não é hora de lamentar, temos que continuar com a nossa hombridade e brigar até o fim do campeonato", disse Fabinho.

Já o atacante Roni pediu uma mudança de comportamento dos jogadores. "Não tem desculpa e não podemos tentar confortar. Temos que assumir: jogamos mal, erramos em duas bolas, perdemos mais três pontos e o tempo está passando. É claro que ainda existe esperança, mas precisamos ter atitude, uma postura diferente em campo", afirmou Roni.

O zagueiro Luiz Alberto, por sua vez, lamentou o fato de ter tomado o terceiro cartão amarelo, que o deixará fora do jogo contra o Náutico, no próximo domingo, no Maracanã. O lance que originou o cartão aconteceu após o árbitro Evandro Rogério Roman assinalar falta técnica de Luiz Alberto, que reclamava de uma infração interior que ele disse não ter cometido. De quebra, a cobrança da falta resultou no primeiro gol do Santos, após cruzamento de George Lucas que André completou.

"Eu não tenho nem o que falar. Todo mundo viu que não cometi a falta e só fui até o árbitro explicar isso. A falta acabou gerando o gol e também me tirou do próximo jogo", afirmou Luiz Alberto, que admitiu que a situação do Fluminense é preocupante no Brasileirão.

"A esperança existe porque faltam 16 partidas. Temos consciência que precisamos vencer mais da metade [delas]. Não sei mais o que falar para vocês [jornalistas] quando acabam as partidas. Vivemos uma situação delicada", avaliou.

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