AndreLessa/AE
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Fábio Santos admite insegurança na volta ao Corinthians

Recuperado de uma fratura, lateral-esquerdo teve que antecipar volta ao time contra o São Paulo

FÁBIO HECICO, Agência Estado

22 de setembro de 2011 | 17h55

Sem jogar desde o dia 10 de agosto, quando sofreu fratura na clavícula esquerda, o lateral-esquerdo Fábio Santos foi obrigado a antecipar sua volta ao time do Corinthians, entrando no lugar do contundido Leandro Castán ainda no primeiro tempo do clássico de quarta-feira, contra o São Paulo, no Morumbi. Em entrevista nesta quinta, ele admitiu uma certa insegurança neste retorno.

Fábio Santos estava se preparando para voltar ao time apenas no domingo, quando o Corinthians enfrenta o Bahia no Pacaembu. Mas foi chamado de última hora pelo técnico Tite para se concentrar para o clássico com o São Paulo e aceitou o desafio, mesmo não tendo treinado normalmente com bola com os companheiros desde que sofreu a contusão - o outro lateral do elenco, Ramon, também se machucou.

Na própria quarta-feira, algumas horas antes do clássico, Fábio Santos ainda fez um exame para saber se estava realmente recuperado da fratura. Assim, foi para o banco de reservas e acabou jogando a maior parte do jogo no Morumbi. Mas ele revelou que sentiu falta de ritmo. "Estava com bastante insegurança, ainda bem que o São Paulo não ficou jogando muito do meu lado", contou o lateral.

"O Fábio se superou, mostrou hombridade fora do comum se arriscando e nos ajudou bastante", elogiou o zagueiro Paulo André, ao comentar o retorno do companheiro. "Só tenho a agradecer o apoio dos torcedores e ao pessoal da fisioterapia. Foram 40 dias parado para voltar jogando um jogo desse tamanho", disse o lateral, valorizando o "sacrifício" que teve que fazer dentro de campo.

Apesar da insegurança e da falta de ritmo, Fábio Santos revelou que não hesitou quando precisou entrar em campo durante o clássico. "Na hora em que o Tite falou que a panturrilha do Leandro Castán estourou, levantei logo e disse que eu ia para o jogo. O Tite falou para aquecermos eu e o Welder, mas brinquei que ele nem precisava ir. É muito ruim ficar afastado", afirmou o lateral.

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