Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Fagner diz que ausência na seleção não atrapalha o trabalho no Corinthians

Lateral-direito minimiza protesto dos torcedores após a derrota para a Ponte Preta

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

01 Novembro 2017 | 11h00

A semana começou conturbada no Corinthians, com protestos de torcedores, que picharam os muros do Parque São Jorge com xingamentos e ameaças aos jogadores, após a derrota por 1 a 0 para a Ponte Preta. O lateral-direito Fagner disse não ter se incomodado com as críticas e nega que o fato de não ter sido mais convocado pelo técnico Tite fez com que ele diminuísse o ritmo na equipe.

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"Sinceramente, não me incomoda (os protestos) porque sei da minha índole, do meu caráter e do que faço todo dia quando saio de casa. Sou profissional e isso não me atinge. Bola para frente", comentou o lateral, em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, no CT Joaquim Grava.

Na noite de domingo, os muros do Parque São Jorge foram pichados com as frases "Acabou a paz!" e "Ou joga por amor ou por terror", além de um xingamento: "Vagabundos". 

Presença constante nas convocações do técnico Tite para a seleção, Fagner não esteve presente nas últimas duas listas divulgadas pelo treinador. Entretanto, ele garante que isso não o abate e que seu foco está apenas no Corinthians.

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"Eu cheguei na seleção graças ao meu trabalho no Corinthians. O fato de não ter sido convocado não muda em nada a minha rotina e maneira de pensar. Se o Corinthians não existisse, eu não teria chegado na seleção. Não tem motivo algum para desanimar", explicou o lateral.

Na última convocação, visando os amistosos contra Japão, dia 10 de novembro, e Inglaterra, dia 14, Tite preferiu chamar Danilo, do Manchester City-ING, além de Daniel Alves, do PSG-FRA.

 

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