Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians
Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Fagner diz que tropeço do rival não muda peso do clássico para o Corinthians

Lateral contou que preferiu jogar vídeo-game com o filho ao invés de assistir ao jogo do Palmeiras

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

31 Outubro 2017 | 18h36

O dia foi de um alívio comedido no Corinthians. O empate do Palmeiras com a Ponte Preta, na segunda-feira, fez com que a diferença para rival ficasse em cinco pontos e, com isso, não há chance do time alvinegro perder a liderança na próxima rodada. O lateral-direito Fagner disse que não assistiu ao jogo do rival e acredita que o clássico no domingo terá o mesmo peso, apesar do resultado.

+ Marquinhos Gabriel sofre estiramento e desfalca o Corinthians por três semanas

“Não muda nada. Aqui, a gente vive pressão constantemente e jogar em clube grande é assim mesmo. Você é pressionado para sempre ter alto desempenho, mas tem que ter tranquilidade e se preparar para estar bem no domingo”, disse o lateral, em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, no CT Joaquim Grava.

Fagner contou que, durante o jogo do Palmeiras contra a Ponte Preta, ele preferiu ficar jogando vídeo-game com o filho e assegurou que não em se preocupado em "secar" os rivais. Ele ainda prefere não fazer projeções sobre o quanto o resultado no próximo domingo vai interferir na disputa pelo título. 

O lateral ainda dá de ombros para quem diz que, se o Palmeiras vencer, vai ficar com o título. “Às vezes, as pessoas falam antecipadamente algumas coisas, mas esquecem que tudo se resolve dentro de campo. No começo, em janeiro, ninguém acredita que a gente fosse chegar. Temos que trabalhar e deixar para que vocês (jornalistas) façam suas projeções”.

+ Com elenco reduzido, cansaço vira um dos motivos da queda do Corinthians

Após ter o melhor desempenho do primeiro turno na história dos pontos corridos, o Corinthians caiu de rendimento, viu os adversários se aproximarem e passou a sofrer críticas. O lateral acredita que o time “paga” pela excelente primeira etapa do Brasileiro, mas que imagina ter uma queda no segundo turno.

“Para outra equipe repetir o que fizemos não sei quanto vai demorar e se vão conseguir. Acontece que após o primeiro turno que fizemos, criou-se uma expectativa de que tudo fosse ser resolvido rapidamente e a gente sempre falou que seria decidido nas últimas rodadas. As pessoas criam uma expectativa que a gente sabia que não iria acontecer. Se a gente não tivesse feito tudo que já fizemos, estaríamos preocupados”, analisou. 

 

Mais conteúdo sobre:
Corinthians

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.