Falta do Canindé e desfalques tiram o sono de Benazzi

'Quando o Diogo e o Vaguinho voltarem, a história será diferente', promete o técnico da Portuguesa

Agência Estado

22 de fevereiro de 2008 | 18h47

A incômoda décima posição na tabela do Campeonato Paulista não agrada o técnico da Portuguesa, Vágner Benazzi, que sempre faz ressaltar a qualidade de seu time e tem na ponta da língua as desculpas para o desempenho irregular dentro de campo: a falta de jogadores importantes, como os atacantes Diogo e Vaguinho, e a impossibilidade de jogar no Canindé, vetado pela Federação Paulista de Futebol (FPF) e pela CBF. "É complicado não poder contar com esses jogadores. Quando o Diogo e o Vaguinho voltarem, a história será diferente", promete Benazzi. Diogo se contundiu logo na estréia, contra o Santos, enquanto Vaguinho cumpre suspensão por doping desde o fim de 2007. Benazzi nem os laterais Patrick e Juninho Goiano, este afastado desde a primeira rodada, por causa de uma apendicite. No caso do estádio, a reclamação do treinador é maior pelo fato de o time sempre mandar seus jogos em cidades diferentes. Neste domingo, por exemplo, o jogo contra o Guarani será em São José dos Campos; na quarta-feira, contra a Ulbra-RO, pela Copa do Brasil, a partida será em Jundiaí. Para o confronto contra o Guarani, a Portuguesa já tem dois desfalques certos: o lateral Osmar, que recebeu o terceiro amarelo, e o volante Claudecir, que entrou no segundo tempo e acabou expulso diante do Corinthians. Ambos cumprem suspensão automática. O volante Dias retorna ao time e deve ser improvisado na lateral. O difícil mesmo é tirar da boca de Benazzi a escalação oficial da Portuguesa.

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