LIAMARA POLLI/AM PRESS
LIAMARA POLLI/AM PRESS

Famílias de vítimas em voo da Chape veem MPF encerrar conversa com resseguradoras

Agora, ação civil pública seguirá caminho judicial para que indenizações sejam pagas aos familiares

Redação, Estadão Conteúdo

15 de abril de 2020 | 18h25

Sem conseguir avançar as conversas, o Ministério Público Federal (MPF) colocou um ponto final à negociação com as seguradoras do Voo LaMia 2933, que deixou 71 mortos após cair na Colômbia, em novembro de 2016, quando a Chapecoense viajava para a decisão da Copa Sul-Americana.

Desta forma, a ação civil pública, movida em novembro de 2019, segue o curso judicial. Isso, porém, não significa que as resseguradoras não poderão tentar um acordo mais à frente, o que só ocorrerá, entretanto, se elas cumprirem requisitos combinados no primeiro trimestre de 2020.

Em 2019, o MPF entrou com uma ação pedindo US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão) como indenização por danos morais e materiais, favoráveis às famílias das vítimas do acidente, que matou integrantes da comissão técnica, do elenco e da diretoria da Chapecoense, além de jornalistas e tripulantes.

A LaMia, dona da aeronave, os grupos econômicos da corretora Aon e das seguradoras Tokio Marine Kiln e Bisa Seguros y Reaseguros são réus na ação do Ministério Público, que entende que as seguradoras e resseguradoras tinham conhecimento do momento financeiro ruim pelo qual passava a companhia aérea.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolChapecoenseLaMia

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.