Cesar Greco/Ag. Palmeiras
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'Favorito é o Corinthians', diz palmeirense Marcos Rocha sobre o clássico

Lateral afirma que rival do clássico de sábado leva o favoritismo por ser o atual campeão paulista

Gonçalo Junior, O Estado de S. Paulo

20 de fevereiro de 2018 | 17h54

O lateral palmeirense Marcos Rocha não tem dúvidas na hora de apontar um favorito para o clássico de sábado diante do Corinthians, na Arena Corinthians. "Não somos favoritos, o favorito é o Corinthians, por ser o atual campeão. O Corinthians tem que tentar permanecer com o título e os times precisam ir atrás dele. Vamos continuar focados para no fim, quem sabe, acabar como campeão", afirmou o lateral em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira na Academia de Futebol.

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Um dos reforços do Palmeiras da temporada após mais de 300 jogos pelos Atlético Mineiro, o lateral afirma que a semana que antecede o clássico é diferente das outras. Além disso, ele reconhece que o resultado da partida vai influenciar diretamente o restante da competição. "Acredito que (o clássico) vale mais do que os três pontos. É um dos maiores clássicos da América do Sul. Já tive contato com ex-corintianos que passaram por esta rivalidade", analisa o jogador. 

"O Felipe Melo falou da importância de jogar contra o Corinthians, que pode dar tranquilidade ao treinador, tira o peso. É um jogo importante, que não vai decidir nosso futuro na competição e no ano, mas a cobrança do torcedor é pela vitória sobre o Corinthians. Internamente, pelos funcionários, também. É importante dar a resposta, eles ficam mais contentes, temos semanas de trabalho com tranquilidade. Vai ser importante para as duas partes. Que vença quem estiver melhor preparado", afirma o lateral.                               

O lateral revelou que o grupo se reuniu para assistir aos vídeos dos últimos dois anos jogos, quando a equipe empatou com Linense e Ponte Preta. "Nosso momento é bom, são seis vitórias e dois empates. Nos reunimos depois dos empates, vimos vídeos para consertar nossos erros. Em casa não jogamos os 110% necessários, porque se não teríamos vencido. Contra a Ponte o campo estava difícil, tivemos de sair da nossa característica de posse de bola e velocidade e dificultou", avaliou o lateral. 

 

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