Federação argentina nega que Catar tenha oferecido dinheiro por voto de Grondona

Segundo jornal americano, pelo menos um assessor recomendou ao Catar que pagasse US$ 78,4 mi à AFA

Efe

04 de dezembro de 2010 | 19h07

BUENOS AIRES - A Associação do Futebol Argentino (AFA) negou nesta sexta-feira que o Catar tenha oferecido dinheiro ao presidente da entidade, Julio Grondona, "para melhorar sua relação" com o dirigente, antes da escolha da sede da Copa do Mundo de 2022.  

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Segundo o jornal americano "Wall Street Journal", pelo menos um assessor recomendou ao Catar que pagasse US$ 78,4 milhões à AFA para melhorar as relações com Grondona, membro do Comitê Executivo da Fifa.

 

O porta-voz da imprensa da entidade argentina, Ernesto Cherquis Bialo, afirmou neste sábado que isso "é uma fantasia" e que "não pode manchar a honra das pessoas e das instituições como faz esse artigo".

 

"Uma pessoa disse que o pagamento era para melhorar a relação do Catar com o presidente da AFA, Julio Grondona", acrescentou o jornal, que em nenhum momento do artigo afirmou que o pagamento havia sido efetuado.

 

Grondona negou as acusações quando o "Wall Street Journal" entrou em contato com ele em Zurique, onde foi realizado o sorteio para a escolha das sedes das Copas de 2018 e 2022.

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