Federação da Ucrânia desdenha de amistoso com a seleção brasileira

Dirigente revela que o jogo não interessa mais, mesmo após valores de cachê serem reduzidos pela metade depois da Copa do Mundo

O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2014 | 13h34

A seleção brasileira começa a sentir o dissabor do seu fracasso na Copa do Mundo. O presidente da Federação Ucraniana de Futebol, Vladimir Lashkul, afirmou nesta terça que a entidade não quis enfrentar o Brasil e amistoso internacional. Em entrevista ao jornal Sport Express, o cartola revelou que as negociações para o jogo foram iniciadas antes do Mundial. O acordo teria esfriado depois do 7 a 1 que a seleção sofreu contra a Alemanha.

Nem mesmo o fato de a CBF ter baixado o valor do cachê interessou ao representante ucraniano. "As negociações estão encerradas. O principal motivo foi o desempenho do Brasil na Copa. Antes do Mundial, os valores eram de U$ 3,5 milhões (R$ 8 milhões), podendo chegar a quase US$ 4 milhões, caso o Brasil ficasse com o título", disse o dirigente. "Aprovamos os valores, mas ficamos de conversar após a Copa, o que não nos interessa mais." Lashkul disse que os valores foram reduzidos pela metade após o Mundial.

A CBF entrega a agenda do Brasil para a empresa Pitch, e como o jogo não teve confirmação oficial, nenhuma notícia foi divulgada pela entidade nesse sentido. A seleção, agora comandada por Dunga, tem seis amistosos neste ano, e os primeiros estão marcados para os dias 5 e 9 de setembro, contra Colômbia e Equador, respectivamente. O Brasil faz ainda duas partidas contra os argentinos e uma diante da Turquia. Outros dois jogos serão anunciados em breve.

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