Federação inglesa nega ter forçado aposentadoria de Terry da seleção

A Associação Inglesa de Futebol (FA) negou que a entidade tenha obrigado o zagueiro John Terry a se aposentar da seleção nacional por causa de uma investigação a respeito de uma suposta ofensa racista.

Reuters

25 de setembro de 2012 | 10h17

O ex-capitão da seleção, de 31 anos, desligou-se repentinamente do time nacional no domingo, dizendo que sua vaga na equipe havia se tornado "insustentável" por causa do provável processo disciplinar.

Na segunda-feira, o capitão do Chelsea começou a ser julgado na FA pela acusação de ter feito injúrias racistas contra o zagueiro Anton Ferdinand, do Queen's Park Rangers, numa partida realizada em outubro pelo Campeonato Inglês. Em julho, a Justiça comum já havia absolvido Terry.

O jogador criticou o novo processo interno, que pode levar a uma suspensão prolongada, como ocorreu na temporada passada com Luis Suárez, do Liverpool. Ele insinuou que isso teria relação com seu afastamento da seleção.

"É uma decisão pessoal", respondeu o secretário-geral da FA, Alex Horne, a jornalistas na segunda-feira. "Não vejo como tornamos (sua presença na seleção) insustentável, são dois processos muito distintos."

Terry, que está no Chelsea desde os 14 anos, atuou 78 vezes pela seleção desde 2003, inclusive em duas Copas.

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