Federação precisou intervir para evitar greve de Gana

A dias da decisão diante de Portugal na briga pela classificação às oitavas de final da Copa do Mundo, a seleção ganesa viveu clima tenso nos bastidores. Nesta quarta-feira, a Associação de Futebol de Gana (GFA) admitiu que o presidente da entidade precisou intervir para evitar uma greve dos jogadores por conta da falta de pagamentos de prêmios preestabelecidos.

AE-AP, Agência Estado

25 de junho de 2014 | 11h32

Em comunicado, a GFA revelou que o presidente John Dramani Mahama "falou pessoalmente com os jogadores" para assegurar que eles receberão o dinheiro nesta quarta-feira. "O presidente Mahama entrou no problema depois da agitação dos jogadores pela premiação por jogarem a Copa do Mundo, que não foi paga desde o início da competição."

De acordo com a imprensa local, os jogadores ouviram promessas de que receberiam uma quantia entre US$ 75 mil e US$ 100 mil cada para participar da Copa do Mundo, mas acabaram ficando sem o dinheiro até o momento. De acordo com a GFA, Mahama "interveio pessoalmente para que os jogadores tivessem a quantia paga até a tarde desta quarta".

A própria federação admitiu que os atletas chegaram a cogitar uma greve caso o problema não fosse solucionado, mas garantiu que a seleção está "com o espírito elevado" para enfrentar Portugal nesta quinta, em Brasília, em jogo que pode lhe valer a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo.

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