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Felipão admite convite da seleção do Peru, mas nega ter negociado

Técnico do Grêmio destaca que não conversou com dirigentes sobre salários, ao contrário do que foi divulgado por um jornal peruano

Estadão Conteúdo

05 de fevereiro de 2015 | 16h13

Diante dos rumores de que poderia assumir o comando da seleção do Peru, deixando o Grêmio, o técnico Luiz Felipe Scolari se manifestou nesta quinta-feira através da sua assessoria de imprensa para negar a possibilidade. Além disso, garantiu que nem começou negociações com a Federação Peruana de Futebol, pois recusou o convite inicial.

De acordo com a nota oficial, Felipão enviou um e-mail ao comando da Federação Peruana de Futebol para recusar a possibilidade de comandar a seleção do país. Assim, destacou que não conversou sobre salários, ao contrário do divulgado por um jornal peruano.

"Primeiro nunca foi divulgado ou falado publicamente os valores de seu contrato com a CBF. Segundo, no convite feito, Luiz Felipe Scolari avisou por e-mail ao Alberto Tejada da Federação Peruana que não poderia aceitar o convite neste momento. Terceiro, nunca foi falado sobre valores. Nem foi feita uma oferta, e muito menos solicitado, porque Scolari, repito, não poderia aceitar o convite neste momento", afirmou a nota oficial.

Técnico do Brasil nas Copas do Mundo de 2002 e de 2014, Felipão também tem passagem de destaque por uma outra seleção nacional, a de Portugal. Assim, a Federação Peruana de Futebol tentava levá-lo para assumir a seleção do país, mas não teve sucesso na tentativa.

Com isso, Felipão permanece no comando do Grêmio, time em que iniciou mais uma passagem no final de julho de 2014. Derrotado pelo Aimoré por 2 a 1 na noite de quarta-feira, o time volta a entrar em campo neste domingo, contra o Avenida, em Santa Cruz do Sul, pela terceira rodada do Campeonato Gaúcho.

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