Wilton Júnior/Estadao -22/1/2013
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Felipão exalta manutenção da base campeã na seleção

Mas admite que gostaria de fazer mais um teste na lateral-esquerda, por isso chamou Maxwell, do PSG

AE, Agência Estado

30 de julho de 2013 | 17h33

SÃO PAULO - A seleção brasileira foi convocada nesta terça-feira para o amistoso contra a Suíça, no próximo dia 14 de agosto, às 15h45 (horário de Brasília), no Estádio Jakob Park, em Basel. Nesta primeira lista após a Copa das Confederações ficou clara a intenção de manter a base campeã da competição, já que 19 dos 20 convocados estavam no torneio disputado no Brasil, em junho.

"Normal que nessa primeira convocação houvesse a manutenção da base da Copa das Confederações. Não temos mudanças tão grandes assim", declarou o técnico Luiz Felipe Scolari ao site da CBF. "Os atletas vão jogar. Quem não estava jogando vai trabalhar de alguma forma, e vamos poder observar."

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Daquele grupo de 23 jogadores que defenderam o Brasil na Copa das Confederações, Felipão acabou deixando fora desta lista reduzida de 20 nomes apenas o goleiro Diego Cavalieri, do Fluminense, o zagueiro Réver, do Atlético-MG, o meia Jadson, do São Paulo, e o lateral-esquerdo Filipe Luís, do Atlético de Madrid. Na vaga deste último entrou Maxwell, do Paris Saint-Germain.

"A única novidade é o Maxwell, que joga hoje no PSG da França, mas que já passou pelo Barcelona e pela Inter (de Milão). Já foi campeão da Liga dos Campeões, nacional. Tem uma experiência muito grande e eu acho que vale a pena fazer mais uma experiência na lateral esquerda. Nós temos o Marcelo, que está muito bem, o Filipe, que foi bem quando chamado, mas é importante abrir o leque para definir com tranquilidade", disse o coordenador Carlos Alberto Parreira.

Para Parreira, a manutenção da base é fundamental para que a seleção não perca a "arrancada" que teve na Copa das Confederações, quando chegou desacreditada, mas conquistou o título com boas atuações. O coordenador, no entanto, lembrou que para o torneio Felipão pôde contar com os jogadores por quase um mês, enquanto diante da Suíça os atletas devem chegar em condições físicas longe das ideais.

"É muito importante não perder a arrancada que tivemos. Evidente que as situações são diferentes, para a Copa das Confederações fizemos preparação, ficamos com os jogadores praticamente por 30 dias. Agora, boa parte deles ainda não atuou depois do torneio, não estão na mesma forma física e técnica. Mas a ideia é manter a base mesmo", comentou Parreira.

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