Felipão minimiza volta ao palco do 7 a 1 com a seleção: 'Não morri'

Técnico comanda o Grêmio na partida contra o Cruzeiro, nesta quinta-feira, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro

Estadão Conteúdo

18 de agosto de 2014 | 10h44

O técnico Luiz Felipe Scolari assumiu o comando do Grêmio menos de um mês após a disputa da Copa do Mundo, mas ainda não conseguiu se livrar do vexame dado pela seleção brasileira na competição. Irritado, o treinador tentou minimizar o seu retorno ao Mineirão, palco da derrota para a Alemanha por 7 a 1 pelas semifinais, na próxima quinta-feira.

"Vou voltar, assim como voltarei a Livramento e Bagé no Gauchão. Minha vida continua. Alguns gostariam de ter me enterrado, mas não morri ainda", atacou Felipão, que vai encarar o Cruzeiro, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ainda em tom de confronto, Felipão evitou comentar o relatório divulgado pela Fifa na semana passada que classificou a atuação da seleção brasileira diante da Alemanha como "deplorável". "Eu só tenho um minuto para falar e vocês tem o tempo todo. Concordo com tudo", ironizou.

O confronto com o Cruzeiro será o terceiro de Felipão nesse retorno ao Grêmio. O segundo foi a vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma, na Arena Grêmio, no último domingo. Apesar de ter reconhecido que o time não brilhou, ele destacou a garra da equipe. "Ele viram esse espírito que é do Grêmio, de luta", comentou.

Entre a derrota para o Internacional e o jogo com o Criciúma, Felipão promoveu mudanças na escalação do Grêmio. E o treinador destacou que ainda está em busca da formação ideal. "A gente vai moldando o time, para ter um equipe competitiva. Ainda não é o momento para ter tranquilidade ", afirmou.

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