Alex Silva - 13/1/2012
Alex Silva - 13/1/2012

Felipão satisfeito com os atacantes do Palmeiras

Treinador tem batido na tecla de que o time não depende somente de um jogador para fazer os gols: 11 já marcaram na temporada

Daniel Akstein Batista, estadão.com.br

19 de fevereiro de 2012 | 19h24

SÃO PAULO - Com um elenco numeroso, o técnico Luiz Felipe Scolari tem opções para o ataque no Palmeiras. Não há mais improvisações. E sobram gols no líder do Campeonato Paulista. Principais problema da equipe no ano passado, o ataque tem funcionado bem em 2012 e está entre os melhores do Estadual, com 17 gols - empatado com Ponte Preta, Santos e São Paulo. Onze jogadores já balançaram as redes neste começo de temporada.

Felipão passou 2011 inteiro pedindo reforços. Hoje, há mais opções para compor o time.

Até os reservas têm feito bonito. Enquanto os rivais dependem de alguns jogadores-chave para fazer gols, o Palmeiras conta com vários que já balançaram a rede. Há cinco entre os titulares que já marcaram na temporada: Marcos Assunção (3 gols), Barcos (2), Daniel Carvalho, Maikon Leite e Patrik. Os outros gols do time foram de Arthur (3), Fernandão (2), Leandro Amaro, João Vítor, Ricardo Bueno e do lateral Juninho.

Ainda teve o gol de Pedro Carmona no amistoso com o Ajax, da Holanda. O detalhe é que alguns deles às vezes nem são relacionados por Felipão, o que mostra o quanto o elenco está numeroso. Quem quiser ganhar um espaço no Palmeiras terá de treinar muito.

ELOGIOS PARA BARCOS

Com Luan machucado, Maikon Leite ganhou vaga e dificilmente perderá seu lugar. Ele tem participado bem dos gols do Palmeiras. Barcos, que só fez dois jogos como titular e marcou duas vezes, também anda com moral alto com o treinador.

“Aos poucos o Barcos está entendendo o nosso esquema de jogo e já mostrou um bom entendimento com o sistema ofensivo. A tendência é só melhorar”, elogiou Felipão, que vinha sofrendo para achar um “camisa 9”.

Fernandão e Ricardo Bueno tiveram chance, mas decepcionaram – Fernandão foi um pouquinho melhor que o ex-jogador do Atlético-MG, mesmo assim não fez o suficiente para convencer o treinador de que merecia ser o dono da posição.

DEFESA

Se o ataque é motivo de orgulho para a torcida, a defesa precisa melhorar. Ao menos é isso o que o comandante acha, apesar de os números não serem tão ruins: oito gols tomados em oito rodadas – apenas três times (Corinthians, Guarani e Portuguesa) foram menos vazados. Mas a última derrota do time foi em 2011, dia 6 de novembro: 2 a 0 para o Coritiba pela 33ª rodada do Brasileirão.

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