Feliz com aumento, Lewandowski sela paz com Borussia Dortmund

De acordo com a imprensa alemã, atacante teve o salário mais do que triplicado

AE, Agência Estado

21 de agosto de 2013 | 11h17

BERLIM - Um dos principais destaques do Borussia Dortmund na temporada passada do futebol europeu, na qual o time se sagrou vice-campeão da Liga dos Campeões, o atacante Robert Lewandowski chegou a entrar em conflito com a diretoria do clube alemão depois de a mesma ter impedido a saída do atleta para o rival Bayern de Munique. Agora, porém, o jogador polonês garante estar feliz com a sua atual situação.

Após o atrito no qual o Borussia conseguir segurar Lewandowski ao alegar que tinha contrato com o atacante até 2014, frustrando os planos do goleador, a paz entre as partes foi selada depois que a diretoria do clube ofereceu um considerado aumento salarial ao atleta.

Os valores do acordo não foram revelados pelo Borussia, mas órgãos da imprensa alemã noticiaram que o salário anual de Lewandowski saltou de 1,5 milhão de euros para 5 milhões. E a valorização que ganhou fez o atacante prometer a sua permanência.

"A situação agora é a de que ficarei em Dortmund por mais um ano. Colocamos de lado todas as divergências e tudo que precisava ser corrigido foi tratado. Alguns erros foram cometidos, mas nós passamos uma linha sobre essa questão e seguimos em frente", disse o jogador, em entrevista à revista alemã Sport Bild, publicada nesta quarta-feira.

Sensação do Borussia na temporada passada, na qual marcou 24 gols no Campeonato Alemão e mais dez na Liga dos Campeões, sendo quatro deles em um só jogo contra o Real Madrid, Lewandowski admitiu que, em junho, ficou "muito decepcionado e nervoso" por não ter sido liberado pelo clube, mas enfatizou que agora "tudo está calmo". E destacou: "Sempre disse que eu honraria o meu contrato".

Derrotado pelo Bayern de Munique na final da Liga dos Campeões e na decisão da Copa da Alemanha, assim como viu o rival ser campeão alemão com folga, o Borussia se esforçou para segurar Lewandowski depois de ter perdido o meia Mario Götze justamente para o Bayern, em transação polêmica que estourou dias antes da final da principal competição interclubes do futebol europeu.

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