Kim Kyung Hoon/Reuters
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Feliz no Japão, Jorge Wagner não descarta o Palmeiras

No Mundial com o Kashiwa Reisol, experiente jogador afirma que se tiver proposta, senta para conversar

Luís Augusto Mônaco - Enviado Especial, estadão.com.br

08 de dezembro de 2011 | 12h33

NAGOYA - Ex-jogador do São Paulo, Internacional e Corinthians, Jorge Wagner tornou-se uma das principais peças do Kashiwa Reisol, que nesta quinta-feira, bateu o Auckland City por 2 a 0, na abertura do Mundial de Clubes. Aos 32 anos, o jogador, que ora é meia, ora é lateral-esquerdo, chegou ao Japão no começo de ano, após quatro anos e meio de São Paulo.  Na equipe comandada por Nelsinho Baptista, caiu como uma luva e ajudou o time a conquistar o Campeonato Japonês pela primeira vez.

A boa fase, porém, não faz com que Jorge Wagner feche as portas para novas possibilidades. Nos últimos tempos, Jorge Wagner foi sondado pelo Palmeiras, que deseja o experiente jogador para 2012. O atleta admite que sabe sobre o interesse. Mas diz que ninguém do clube alviverde o procurou.

"Ouvi falar sobre isso. Meu empresário me disse. Mas ninguém falou comigo, nem o Felipão", afirma o jogador, que possui contrato com o Kashiwa até dezembro do ano que vem. 

Mas se o Palmeiras erealmente quiser tentar contratá-lo, terá que aguardar mai um pouco. O foco agora é o Mundial de Clubes.

"No momento estou focado na equipe. O Campeonato Japonês acabou no último sábado. Estávamos muito concentrados para tentar o título e conseguimos. Agora começamos o Mundial.

Somente quando acabar o torneio, eu voltarei para o Brasil e então, se algum clube tiver interesse, falarei com meu empresário e poderemos conversar."

Com praticamente um ano de Kashiwa, Jorge Wagner se diz adaptado ao futebol japonês.

Ressalta a tranquilidade e a qualidade de vida que possui em terras orientais. No entanto, não é ele que decide sozinho sobre.

"Depende de uma conversa com a familia. Se ela achar que é uma boa (voltar). Quem não gostaria de jogar no Palmeiras? Estou  bem aqui, mas se tiver proposta, vou sentar e conversar com a familia."

 

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