Feliz por trabalhar com Muricy, Kardec avisa que joga em várias posições

Novo reforço do São Paulo lembra que pode atuar no meio, pelos lados ou até centralizado

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

14 de maio de 2014 | 06h57

SÃO PAULO - O atacante Alan Kardec foi apresentado nesta terça-feira no São Paulo e, apesar do discurso humilde, pretende cavar um espaço no time titular. O jogador explicou que pode atuar em qualquer posição do meio para frente e que pode se adaptar ao novo clube com tranquilidade.

"Estou chegando para somar, vou tentar fazer o meu melhor e não tenho preferência por posições. Acredito no meu potencial e acho que chego para somar. Gosto de jogar em várias posições, centralizado, pelo lado ou vindo de trás, e espero manter a tradição, pois São Paulo é uma equipe que sempre disputa títulos", explica.

Ele sabe que terá de disputar uma vaga com Luis Fabiano, Alexandre Pato, Paulo Henrique Ganso e Osvaldo, atualmente o quarteto ofensivo que está sendo usado pelo técnico Muricy Ramalho. "Fico feliz, são todos jogadores de seleção brasileira e preciso buscar nos treinamentos a possibilidade real de atuarmos juntos", diz.

Ele lembra que já atuou de várias maneiras com Muricy. "Fico feliz de poder trabalhar com ele novamente, fomos vitoriosos juntos no Santos e com ele joguei em várias posições. Na época tinha Borges, Ganso, Neymar. Não tenho preferência por posições, estou chegando para ajudar os companheiros."

Kardec é amigo de infância do volante Souza. Os dois subiram juntos ao profissional do Vasco, mas depois traçaram caminhos distintos. Agora estão novamente no mesmo clube. "Estarei ao lado de alguns jogadores que estiveram comigo na seleção Sub-20 de 2009, e um deles é como irmão para mim, o Souza. Nós fomos criados juntos desde os 10 anos no Vasco e poder atuar ao lado dele é muito bom", afirma.

O atacante revela que o próprio Souza recomendou sua transferência para o São Paulo. "Ele passou boas referências. Já conversava com ele no dia a dia, em um processo natural que vai além do profissionalismo. Ele falou da estrutura e do ambiente, e achei muito interessante."

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