Fernando Prass fala em 'sacrifício' por título no Vasco

O Vasco está muito próximo de conquistar um título inédito e de quebrar um jejum de conquistas de oito anos. A ansiedade é grande entre os torcedores, mas também entre os jogadores, que sentem a necessidade de corresponder o apoio das arquibancadas com o fim do sofrimento.

AE, Agência Estado

26 de maio de 2011 | 20h32

Nesta quinta, o grupo ficou sabendo que terá de levantar a Copa do Brasil em território hostil. O primeiro jogo vai ser em São Januário, dia 1º de junho, e a finalíssima no dia 8, no Couto Pereira.

"Não dá para deixar passar. Temos de fazer tudo o que for possível para conquistar esse título. Abdicar de tudo, sacrificar o que for necessário... Treinar mais, passar menos tempo com a família", discursou Fernando Prass, no tranquilo desembarque da delegação, ontem, no Rio.

O goleiro, que jogou no Coritiba por quatro anos, fez questão de frisar a qualidade do adversário, mas se mostrou muito confiante na força do grupo vascaíno. "Chegamos para vencer, mas do outro lado vamos encontrar uma equipe que está passando por uma fase sensacional", destacou.

Mas o saldo da vitória por 2 a 0 sobre o Avaí, na Ressacada, foram dois jogadores lesionados. Ramon e Eder Luís deixaram o campo com problemas musculares. A princípio, o caso do lateral-esquerdo preocupa mais, mas ambos passarão por exames nesta sexta-feira para avaliar a gravidade das lesões.

"Estou na torcida para conseguir me recuperar. Nenhum jogador gostaria de ficar fora de uma final, mas preciso ter paciência. Não adianta eu me preocupar agora, melhor esperar o exame", comentou Eder.

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