JF Diorio/Estadão
JF Diorio/Estadão

Festa do Palmeiras terá trio elétrico e desfile pela cidade

Equipe precisa de apenas um empate contra a Chapecoense para confirmar título

Ciro Campos e Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

26 de novembro de 2016 | 06h00

Embora o Palmeiras tenha tido uma semana claramente mais leve e descontraída, ninguém no clube admite falar que o título está ganho. Mas as festividades já estão sendo preparadas.

O clube não confirma, porém o Estado apurou que logo após o fim da partida com a Chapecoense os jogadores vão comemorar no estádio, com a torcida. Vão dar a tradicional volta olímpica e depois desfilarão em carro do Corpo de Bombeiros, ao som de um trio elétrico, por algumas das principais avenidas da cidade. O desfile começará na Avenida Francisco Matarazzo, passará pelas avenidas Sumaré, Paulista, Brigadeiro Luiz Antônio e Brasil, e retornará ao Allianz Parque.

Na arena, um foguetório especial vai ocorrer imediatamente após o encerramento do jogo, acompanhado de chuva de papel picado. Os torcedores receberão bandeiras. Existe a possibilidade de a Mancha Alviverde promover uma celebração especial pela conquista, sem que apareça o nome da torcida.

Já estão prontas, também, camisas comemorativas, guardadas sob sigilo. Supersticioso, o técnico Cuca não quer deixar os atletas verem o uniforme especial antes da partida.

No título da Copa do Brasil, Palmeiras e Crefisa entraram em atrito porque o nome da patrocinadora apareceu de forma muito discreta. A tendência é que, agora, a empresa tenha maior espaço na camisa.

Como aconteceu nos últimos jogos no Allianz Parque, a Polícia Militar vai fechar as ruas que dão acesso ao estádio a partir das 9h. Só poderão chegar à entrada jornalistas e torcedores com ingresso.

O presidente Paulo Nobre se manifestou favorável à decisão de controlar o acesso das pessoas em torno da arena. Nesta sexta-feira, o técnico Cuca se mostrou contra e pediu que o palmeirense compareça em peso.

“A minha opinião, posso até ir contra todo mundo, é que, se houvesse bom senso, fechava a rua e colocava um telão para quem ficou fora. Se colocassem 500 mil ingressos, iriam vender todos. Acho que aquela imediação deveria ficar para o torcedor. É um dia atípico, um dia em 22 anos”, disse o treinador.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.