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Fifa faz exigências para a reforma do Morumbi para 2014

São Paulo terá de gastar entre R$ 200 milhões e R$ 250 milhões para reformular o estádio

BRUNO LOUSADA, Agencia Estado

21 de agosto de 2009 | 21h22

Uma comitiva da Fifa fez uma série de exigências aos responsáveis pelo projeto do Morumbi para a Copa do Mundo de 2014, nesta sexta-feira, durante seminário realizado num hotel do Rio de Janeiro. Especialmente em relação ao setor destinado à imprensa, áreas VIPS e zonas de hospitalidade destinadas aos patrocinadores da Fifa e ao público que vier pela empresa de turismo da entidade internacional.

 

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"Foram apontadas todas as correções que temos de fazer, desde as adequações ao espaço da imprensa até a questão da hospitalidade", disse Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo (SP Turis) e coordenador do Comitê de São Paulo para o Mundial. "A área que eles exigem (para as zonas de hospitalidade) é de 85 mil metros quadrados. Já temos 35 mil metros quadrados dentro do clube para isso. Vamos arrumar alternativas", prometeu.

Até 4 de setembro, o comitê paulista tem de enviar para a Fifa a planta com todas as alterações solicitadas nesta sexta. Carvalho afirmou que as mudanças serão possíveis, mas cobrou que o governo federal "diga rapidamente quais são as regras do jogo do BNDES", que financiaria a construção ou a reforma dos estádios para a Copa.

"Precisamos saber o que vai acontecer com os empréstimos do BNDES ao setor privado. Qual o tempo de carência? Garantia real ou evolutiva? Quantos anos para pagar? Isso é fundamental" acrescentou. A reforma do Morumbi, cuja previsão de gasto é de R$ 200 milhões a R$ 250 milhões, será paga pelo São Paulo.

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