Fifa proíbe monitores de TV após polêmica em jogo do Brasil

A Fifa proibiu a colocação de monitores de televisão ao lado dos gramados da Copa das Confederações após um polêmico pênalti no fim do jogo que deu a vitória ao Brasil sobre o Egito na primeira partida da seleção de Dunga no torneio.

REUTERS

18 de junho de 2009 | 12h18

"Não há mais vídeos em frente ao quarto árbitro ao lado do campo, assim ninguém pode dizer que há interferência de vídeo em quaisquer decisões", afirmou o presidente da entidade, Joseph Blatter, em coletiva de imprensa antes do jogo entre Brasil e Estados Unidos.

O Egito, derrotado por 4 a 3 na segunda-feira após um pênalti convertido no ultimo minuto por Kaká, apelou contra o resultado.

Os egípcios disseram que o árbitro inglês Howard Webb mudou a sua decisão e deu a penalidade baseado em um vídeo transmitido a ele pelo quarto árbitro.

Webb originalmente indicou escanteio após chute de Lúcio ter sido tirado em cima da linha por Ahmed Al Muhamadi, mas mudou sua decisão e expulsou o zagueiro do Egito por cortar a bola com o braço, dando o pênalti.

A Fifa rejeitou o apelo egípcio, dizendo que Webb mudou sua decisão após consultar seu assistente.

Blatter afirmou que a remoção dos monitores de TV é "resultado de uma situação que poderia ter criado alguns problemas, mas foi determinado que não houve interferência de evidência em vídeo".

Ele acrescentou: "Ainda sou da opinião de que não devemos usar vídeo para qualquer decisão no campo de jogo."

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