Fifa quer controlar gastos de candidaturas para Copa

As candidaturas para sediar os Mundiais de 2018 e 2002 não serão autorizados a realizar campanhas muito caras, segundo Joseph Blatter, presidente da Fifa. O dirigentes prometeu que vai controlar os custos das onze candidaturas.

AE, Agencia Estado

20 de março de 2009 | 20h15

México, Austrália, Inglaterra, Indonésia, Japão, Catar, Rússia, Coreia do Sul e Estados Unidos, além das candidaturas conjuntas de Bélgica/Holanda e Espanha/Portugal disputam o direito de sediar um dos Mundiais. Catar e Coreia do Sul só se candidataram para a Copa de 2022.

Os 24 membros do comitê executivo da Fifa vão eleger as candidaturas vencedoras em dezembro de 2010 e não querem ser acossados em torneios e reuniões oficiais por espetaculares campanhas publicitárias. "Não haverá exibições das candidaturas até o Congresso da África do Sul", em 2010, disse Blatter.

Cada candidatura poderá inscrever três pessoas no Congresso da Fifa, entre 31 maio e 3 de junho nas Bahamas, e nos três torneios oficiais que serão disputados na África neste ano: Copa das Confederações na África do Sul, Mundial Sub-20 no Egito e Mundial Sub-17 na Nigéria. "Podem trabalhar, mas não queremos exibições. É uma perda de tempo e muito caro", disse.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.