Fifa reconhece eleição na federação nigeriana

A Fifa colocou um ponto final no imbróglio envolvendo a Federação Nigeriana de Futebol (NFF, na sigla em inglês). Nesta quinta-feira, a entidade máxima do futebol reconheceu as eleições para uma nova diretoria na organização africana e, com isso, encerrou qualquer possibilidade de uma nova punição ao futebol da Nigéria.

Estadão Conteúdo

02 de outubro de 2014 | 11h32

Após a queda diante da França na Copa do Mundo, o governo nigeriano resolveu retirar o poder do presidente da NFF, Aminu Maigari, e do seu comitê executivo por não terem resolvido um problema relativo ao pagamento dos jogadores durante o Mundial.

Após interferir na administração da NFF, as autoridades nigerianas declararam que realizariam novas eleições para definir os novos membros da entidade, que passou a ser comandada de forma provisória por um funcionário indicado pelo ministro do Esporte local. Para completar, Maigari ainda foi preso em seu retorno ao País após a Copa realizada no Brasil.

A Fifa, porém, disse na ocasião que não reconheceria as decisões tomadas pelo governo e deu um prazo para que Maigari fosse restituído, pois o seu estatuto exige que associações filiadas sejam administradas de forma independente e sem interferência de terceiros. O prazo não foi respeitado e a Nigéria acabou suspensa de todas as competições internacionais, em decisão anunciada em 9 de julho.

Apenas nove dias depois, a Fifa voltou atrás após o governo da Nigéria retirar a ação judicial que impedia o presidente da entidade e os membros do seu comitê executivo de dirigirem a federação local.

Nesta quinta, a Fifa reconheceu a legitimidade da eleição de terça-feira, que tornou Amaju Pinnick presidente da NFF. Em carta, a entidade máxima do futebol parabenizou o dirigente. A eleição, porém, foi polêmica, uma vez que um dos candidatos foi declarado inelegível.

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