Fifa rejeita reclamação do Egito sobre pênalti dado ao Brasil

A Fifa rejeitou uma reclamação feita pelo Egito sobre um pênalti concedido ao Brasil na Copa das Confederações, dizendo que ele foi marcado de forma legítima e não através do uso ilegal de vídeo.

MIKE COLLETT, REUTERS

16 de junho de 2009 | 16h01

O Egito argumentou após a vitória de 4 x 3 da seleção brasileira que o árbitro inglês Howard Webb marcou a penalidade somente após ser avisado pelo quarto árbitro que Ahmed Al Muhamadi interceptou um chute na linha do gol com o braço.

A marcação foi baseada em replay de vídeo, disse o auxiliar técnico Gharib Chawki.

A Fifa informou em comunicado na terça-feira que depois de receber a reclamação egípcia, analisou todo o caso e excluiu a possibilidade do uso do vídeo, o que é proibido nas decisões dos árbitros.

"A decisão em questão foi alcançada após um trabalho de equipe, entre o árbitro da partida e o assistente número um, Mike Mullarkey, que confirmou a infração para o árbitro por seu ângulo de visão claro", disse a entidade que controla o futebol mundial.

Chawki afirmou na segunda-feira que o Egito não estava contestando o pênalti, mas a maneira como ele foi marcado.

O árbitro expulsou Al Muhamadi, que entrou em campo aos 30 minutos do segundo tempo, depois que ele caiu no gramado como se tivesse sido acertado no rosto após chute do zagueiro Lúcio. Kaká converteu a penalidade e garantiu a vitória brasileira nos acréscimos.

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