Fifa rejeita uso do vídeo para decidir lances duvidosos

Presidente Joseph Blatter afirma que os assistentes não terão nenhum acesso às imagens da televisão

EFE,

18 de junho de 2009 | 11h58

PRETÓRIA - A Fifa rejeitou novamente a utilização do vídeo para resolver lances duvidosos durante jogos de futebol.

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A afirmação foi feita pelo suíço Joseph Blatter, presidente da Fifa, após ser perguntado sobre o polêmico pênalti que garantiu a vitória do Brasil sobre o Egito por 4 a 3, nos acréscimos.

O lance polêmico aconteceu aos 44 minutos do segundo tempo. Al Muhamadi interceptou com o braço uma bola que ia entrando em chute do zagueiro Lúcio, e o árbitro inglês Howard Webb só assinalou pênalti após consultar um auxiliar. Kaká converteu a cobrança, garantindo a vitória de 4 a 3 do Brasil na estreia da Copa das Confederações.

O campeão africano, que teve um protesto rejeitado na Fifa, alegou que Webb só tomou a decisão depois que o australiano Matthew Breeze, quarto árbitro, viu o lance pela televisão.

Nesta quinta-feira Blatter esclareceu que a decisão "não foi adotada através do vídeo", ao passo que informou que os assistentes não terão acesso às imagens da televisão. "Para evitar problemas, as imagens estarão fora de seu alcance", insistiu.

O dirigente lembrou ainda que a 'Internacional Board', responsável por regulamentar as regras do futebol, também está de acordo com esta decisão, e que a presença de dois assistentes a mais por jogo ajudará a resolver lances polêmicos.

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