Fabrice Coffrini/AFP
Fabrice Coffrini/AFP

Fifa suspende dirigente de Moçambique por 15 meses após caso de corrupção

Sidio José Mugadza foi punido após a conclusão de uma investigação iniciada em julho de 2018

Redação, Estadão Conteúdo

28 de fevereiro de 2019 | 16h07

O futebol africano teve nesta quinta-feira o seu terceiro dirigente suspenso pela Fifa nesta semana por casos de corrupção. Sidio José Mugadza, atualmente porta-voz da Federação Moçambicana de Futebol e encarregado de supervisionar reuniões organizadas pela Confederação Africana de Futebol (CAF, na sigla em francês), foi suspenso pela entidade por 15 meses por ter aceitado subornos.

O anúncio da punição foi feito pela Fifa após a conclusão de uma investigação iniciada em julho de 2018. Mugadza foi considerado culpado pela Comissão de Ética da entidade que comanda o futebol mundial por ter violado o Código de Ética do organismo.

Pelos próximos 15 meses, o dirigente de Moçambique não poderá participar de qualquer atividade relacionada com o futebol a nível nacional e internacional. Além da pena, foi multado pela Fifa em 3 mil francos suíços (R$ 11,2 mil).

Além de Mugadza, em outros casos de corrupção a Fifa aplicou suspensões por toda a vida para o dirigente Boniface Mwamelo, de Zâmbia, e um árbitro da Tanzânia.

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