Fifa vê vitória na luta contra adulteração de idade

Entidade aplica digitalização do pulso dos jogadores para evitar fraudes nos torneios internacionais de jovens

AE-AP, Agência Estado

30 de junho de 2010 | 11h50

A Fifa disse que está conseguindo superar o problema de adulteração de idade de jogadores para a disputa de torneios internacionais de jovens. Thierry Regenass, diretor de desenvolvimento da entidade, afirmou que o órgão máximo do futebol mundial tem mostrado "um compromisso real" para resolver a questão, incluindo a digitalização dos pulsos de jogadores para ajudar a determinar a sua verdadeira idade. "Vamos ver este problema diminuir no futuro", afirmou Regenass.

As seleções da África tem sido as principais suspeitas de adulteração de idade, diante do desempenho muito superior das suas equipes no Mundiais Sub-17 em comparação com a Copa do Mundo. No ano passado, a seleção de Níger foi desclassificada no Campeonato Africano Sub-17, depois da revelação de que usou um jogador de 22 anos na fase de grupos.

Regenass disse que o incidente se tornou um "escândalo nacional" em Níger e dirigentes da federação de futebol local tiveram que renunciar. No Mundial Sub-17, que foi realizado na Nigéria em 2009, a Fifa realizou exames aleatórios nas equipes que participaram da competição.

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