Ronald Bonestroo/EFE
Ronald Bonestroo/EFE

Filho de Kluivert segue caminho do pai e faz estreia com vitória pelo Ajax

Justin, de 17 anos, entra em campo na segunda partida profissional para que foi convocado

Estadão Conteúdo

15 de janeiro de 2017 | 18h46

Justin Kluivert, filho do ex-jogador Patrick Kluivert, estreou neste domingo no time profissional do Ajax e ajudou na vitória sobre o PEC Zwolle por 3 a 1, fora de casa, pela 18ª rodada do Campeonato Holandês.

O atacante de 17 anos entrou na vaga do alemão Amin Younes aos 39 minutos da etapa inicial, quando a partida estava empatada por 0 a 0. Mas não marcou na estreia. Os gols dos visitantes foram feitos por Schoene e Hakim Ziyech, que fez dois.

Foi a segunda partida que Justin Kluivert foi relacionado. Há duas rodadas, ele ficou no banco de reservas na derrota por 1 a 0 para o Twente. No último jogo, no empate em 1 a 1 com o PSV, o filho do goleador holandês ficou de fora.

No Ajax, Justin começa a trilhar o mesmo caminho do pai, que estreou profissionalmente no clube holandês em 1994, quando tinha 18 anos. Resta saber se o faro de gol será o mesmo do seu pai. O estilo matador de Patrick não demorou a aparecer e chamou a atenção dos grandes clubes europeus.

Em 1997, foi negociado com o Milan, pelo qual atuou por apenas uma temporada. Na sequência, viveu o auge da carreira, no Barcelona, sendo permaneceu no time até 2004. Marcou 120 gols no clube catalão e conquistou o Campeonato Espanhol da temporada 1998/1999.

Depois, teve passagens pelo Newcastle, Valencia, PSV Eindhoven e encerrou a carreira no Lille, em 2008. Pela Holanda, fez 79 partidas e marcou 40 gols. Em 2013, perdeu o feito de ser o maior artilheiro da história de sua seleção para Van Persie.

Kluivert participou da Copa do Mundo de 1998 e foi o autor do gol da Holanda no empate por 1 a 1 com o Brasil nas semifinais. O duelo foi para os pênaltis, nos quais brilhou a estrela de Taffarel e a seleção brasileira garantiu vaga na decisão, na qual o time comandado por Zagallo acabou batido por 3 a 0 pela França, anfitriã da competição. O ex-jogador também defendeu a Holanda em três edições da Eurocopa, em 1996, 2000 e 2004.

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