Wilton Júnior/Estadão
Wilton Júnior/Estadão

Final da Libertadores no Rio terá força-tarefa da PM e Bombeiros; foco é combate a aglomerações

Objetivo é auxiliar a Conmebol, assegurando que todas as medidas de proteção e prevenção à pandemia do novo coronavírus sejam cumpridas

Mariana Durão/RIO, O Estado de S.Paulo

30 de janeiro de 2021 | 15h18

Uma força-tarefa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Rio foi formada para tentar controlar aglomerações e garantir a segurança na final da Copa Libertadores, no Maracanã, neste sábado (30). O objetivo é auxiliar a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), responsável pela organização do torneio, assegurando que todas as medidas de proteção e prevenção à pandemia do novo coronavírus sejam cumpridas durante o jogo entre Santos e Palmeiras.

A operação mobilizará um efetivo de 500 agentes da PM, que realizará patrulhamento ostensivo no entorno do estádio e intensificará as fiscalizações em pontos de concentração de torcidas na capital. Outros 50 policiais militares farão a segurança dentro do Maracanã. Já o Corpo de Bombeiros será responsável por fiscalizar e coordenar ações de prevenção e controle de aglomerações, especialmente no entorno do estádio.

Torcedores de Palmeiras e Santos começaram o dia da final concentrados na frente dos hotéis em que os times estão hospedados, ambos na zona oeste do Rio. A PM não identificou ocorrências  pela manhã.

Publicado na semana passada, o decreto que autorizou a realização do evento não permite a presença de público pagante. Apenas pessoas credenciadas pela Conmebol  - como patrocinadores, autoridades e familiares de atletas -,  com limite de até 10% da capacidade do estádio, vão poder acompanhar a partida. A estimativa era que a final tivesse um público de 5 mil torcedores, mas, extraoficialmente, a própria entidade admite que o público será bem menor neste sábado, como publicou o Estadão.

Para assistir à final, os credenciados terão que apresentar o teste negativo para Covid-19, realizado no prazo máximo de cinco dias antes da realização do jogo. A exigência é que o exame seja do tipo RT-PCR, considerado "padrão ouro", que custa cerca de R$ 340 em laboratórios particulares. Haverá, ainda, aferição de temperatura para acesso ao Maracanã. O uso de máscara de proteção será obrigatório durante todo o tempo, inclusive, na parte externa do estádio.

Mesmo sem a venda de ingressos, a PM vai monitorar ônibus transportando torcedores nas rodovias, vias expressas, Rodoviária Novo Rio, estações de trem e nos aeroportos Galeão e Santos Dumont.

Os agentes da Operação Verão, que atuam na orla carioca, também estarão mobilizados para acompanhar a movimentação de torcedores. Além disso, haverá policiamento em possíveis pontos de encontro de torcidas.

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